“Que livro mais trágico!”

 

Aconteceu um dia desses. Apresentei o livro para uma pessoa e, ao citar que São Paulo foi destruída pelos pecados dos habitantes e que Alice buscava respostas para a morte de seu pai, recebi o comentário “Que livro mais trágico!”.

Confesso que isso me pegou de surpresa e, como acontece muitas vezes comigo, fiquei matutando sobre isso e cheguei à resposta ideal dias depois do acontecido.

Fato é que o livro não seria um suspense se não fosse trágico, porém o que me leva a escrever algo tão trágico quanto isso, invés de escrever sobre coisas belas?

Bem, só porque é trágico, não significa que não é belo. A vida em si é trágica, é cruel. Entramos no mundo sem saber direito porque e nossa única certeza é que um dia morreremos. Certamente, bem trágico. E nem fui eu que escrevi! rs Mas isso não tira a beleza da vida de jeito algum.

Escrevo suspenses também porque acredito que é em momentos de real perigo, emoção e nas maiores dificuldades que brota o melhor do ser humano. É uma forma de encarar o mundo. Você pode ver os problemas da sua vida como situações desagradáveis (e realmente são), mas também pode olhar adiante disso. Parece piegas, mas cada desafio é uma oportunidade imensa de crescer.

Eu mesmo já reparei que em momentos da minha vida em que realmente me senti desafiado e tive que enfrentar meus medos e meus próprios erros… Bem, foram estes momentos que mais me fizeram crescer. É a doçura de ser humano, como disse no post anterior…

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